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Anat Cohen

 

         A clarinetista e saxofonista Anat Cohen ganhou corações pelo mundo inteiro com sua virtuosa expressividade e deliciosa presença de palco. Foi eleita a Clarinetista do Ano por treze anos consecutivos pela Jazz Journalists Association, o mesmo acontecendo, desde 2011, tanto na eleição dos críticos quanto na dos leitores da revista DownBeat. Viajou pelo mundo como atração principal em festivais como o de Newport, Umbria Jazz, SF Jazz e o North Sea, além de ser presença frequente nas principais casas de Jazz e salas de concerto do mundo. Em seus shows pode-se observar sua fluência entre o estilo crioulo de Nova Orleans, ritmos africanos, o samba e o choro do Brasil. Anat nasceu em Tel Aviv, Israel, e foi criada em uma família musical. Ao se mudar para Nova Iorque em 1999, após se formar na Berklee College of Music, passou uma década em turnê com a Diva Jazz Orchestra; também trabalhou em grupos brasileiros como o Choro Ensemble e o Duduka da Fonseca’s Samba Jazz Quintet. Fundou seu próprio selo, o Anzic Records, em 2005 e deslanchou sua carreira discográfica como bandleader, com o álbum Place & Time. Em 2007 lançou Noir (com uma orquestra de Jazz) e Poetica (Jazz de câmara e clarinete). Seus discos foram listados como os melhores do ano pelo New York Times e por revistas especializadas de Jazz.

Em junho de 2019, seu selo Anzic Records lançou o álbum Triple Helix, do Anat Cohen Tentet, nominado ao Grammy como Best Large Ensemble. O álbum inclui o concerto escrito por Oded Lev-Ari para Anat e seu Tentet, que estreou no Carnegie Hall em Janeiro de 2019. Dois outros álbuns com sabor brasileiro foram nominados ao Grammy: Outra Coisa - A Música de Moacir Santos, de Anat Cohen & Marcello Gonçalves e o álbum em parceria com o Trio Brasileiro, chamado Rosa dos Ventos.

 

            “Anat does what all authentic musicians do: She tells stories from her own experiences that are so deeply felt that they are very likely to connect listeners to their own dreams, desires and longings.” — Nat Hentoff

 

              The New York Times said: “Notes From The Village is a resounding confirmation – yes, she is the real deal.”

 

              The Washington Post: “Cohen has emerged as one of the brightest, most original young instrumentalists in Jazz. . . with a distinctive accent of her own.” 

 

               DownBeat magazine stated that “Cohen makes it seem easy, mixing a gift for melody with an improvisational fluidity that has few peers today.” “Cohen not only proved to be a woodwind revelation of dark tones and delicious lyricism, but also a dynamic bandleader who danced and shouted out encouragement to her group – whooping it up when pianist Jason Lindner followed her clarinet trills on a Latin-flavored number. . . With her dark, curly, shoulder-length hair swaying to the beat as she danced, she was a picture of joy.”