Convidado Homenageado

 

Oswaldinho do Acordeon

Foi a primeira sanfona de oito baixos, que ganhou de presente de seu pai, que possibilitou a Oswaldinho do Acordeon tornar-se um mestre moderno de seu instrumento. Carioca, cresceu tocando muitas vezes ao lado de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. É reconhecido mundialmente pelas fusões de estilos musicais e por difundir seu instrumento para a quebra de barreiras culturais. Em 2011 apresentou o “Forró Chorado”, uma brilhante releitura do Choro em ritmo tradicional de forró, que consagrou a versatilidade e brilhantismo de sua carreira.

Araçá Quarteto

Criado em 2016, em Poços de Caldas, Minas Gerais, o Araçá é um conjunto de música instrumental brasileira com raiz no Choro. Integrado pelos músicos de formação acadêmica e popular, Jorge Viviani (violão 7 cordas), Otávio Quartier (clarinete), Leo Brasileiro (pandeiro) e Flávio Danza (cavaco), o grupo tem como produtora a jornalista Bibi Rodriguez. ”. Em 2017 o quarteto esteve em Buenos Aires, Argentina, onde tocaram em vários espaços consagrados, como no histórico bar La Paz Arriba. As apresentações, em sua maioria em formato de “Rodas de Choro”, buscam resgatar a tradição do Choro brasileiro e a história da música instrumental brasileira.

Arismar do Espírito Santo

Músico brasileiro e multi-instrumentista completo – Contrabaixo, guitarra, violão 7’, piano e bateria – quem ouve e vê Arismar tocar qualquer um desses instrumentos logo nota sua maneira espontânea e intuitiva, as harmonias inusitadas e o ritmo contagiante. A dedicação dada à música instrumental brasileira, a valorização da cultura e tradição nordestina e o prazer que surge é visível na carreira e apresentações de Arismar ao revisitar maxixes, trovas, baiões referenciando na travessia dos diversos gêneros grandes mestres como Sivuca, e principalmente, Luiz Gonzaga.

Assim Chora a Sanfona - Trio Lua e Trio Danado

Thadeu Romano Trio e Alê Ribeiro Trio apresentam: “Assim Chora a Sanfona”. O choro pode ser considerado como a primeira música urbana tipicamente brasileira e ao longo dos anos se transformou em um dos gêneros mais prestigiados da música popular nacional, reconhecido em excelência e requinte. Tem como origens estilísticas o lundu, ritmo de inspiração africana à base de percussão, com gêneros europeus. “Assim Chora a Sanfona” é um show genuinamente brasileiro, traz ao público, além do seu repertório autoral, grandes sucessos do Choro de gafieira, com nova roupagem e inspirados nos sanfoneiros que compunham choro como Orlando Silveira, Mario Zan, Dominguinhos, Sivuca e Gonzagão. A apresentação é composta por: Thadeu Romano (acordeon), Alê Ribeiro (clarinete e clarone), Douglas Alonso (bateria e pandeiro), Allan Abbadia (trombone e bombardino), Adriano Dias (violão de 7 cordas) e Deni Domenico (cavaco).

Big Band Projeto Guri

Formado por instrumentos de sopros, apoiados e conduzidos pela sessão rítmica e harmônica, o grupo executa um repertório eclético com a intenção de difundir a música popular brasileira. Ao longo dos 6 anos de existência a Big Band já se apresentou ao lado de grandes artistas. Em 2013 tocou com Vinícius Dorin, Nelton Essi, Sidnei Burgani e Fernando Correia. No ano de 2014 e 2015 o grupo se apresentou com os músicos Eduardo Espasante, César Roversi, Sidnei Burgani, Sérgio Cascapera, Rafael Leme e Fábio Lopes. Em 2016 participou da comemoração dos 21 anos do Projeto Guri, que teve como convidado Zeca Baleiro. O grupo também, em 2017, tocou ao lado de Letieres Leite, criador e regente da Orkestra Rumpilezz.

Big Boom Orchestra UFSCar

A Big Boom Orchestra é formada por docentes, servidores técnico-administrativos, estudantes e ex-alunos da UFSCar. Em 2017 se tornou um projeto de extensão da Universidade, coordenado pelo professor Glauber Lúcio Alves Santiago e com direção musical de Rodrigo Ito. Com uma composição instrumental inspirada nos movimentos de big bands norte-americanas a B.B.O. possui 21 integrantes: cinco saxofones, cinco trompetes, cinco trombones, uma bateria, um contrabaixo, uma guitarra, um violão, uma percussão e um piano. O repertório abrange desde as músicas clássicas das big band, até composições e ritmos da música popular brasileira.

Daniel Gonzaga

Neto de Luiz Gonzaga e filho de Gonzaguinha, é cantor, compositor e instrumentista brasileiro. Nome forte na música brasileira, Daniel Gonzaga é uma mente inquieta, tendo trabalhado ao lado de Zé Ramalho, Fernanda Abreu, Elza Soares, Ivan Lins, entre outros. Sempre à procura de informação sobre as diversas culturas brasileiras é dono de estúdio e selo, idealizador do site Biblioteca de Ritmos e apresentador no webTV RYTHMICA, no qual entrevista artistas da música brasileira. Daniel herda o ritmo inconfundível do Rei do Baião e cria fusões enriquecedoras para a MPB.

Daniel Migliavacca e Convidados

Com o show “Alma Lúdica”, Daniel Migliavacca apresenta músicas em homenagem ao grande Luiz Gonzaga. Tem o Choro como principal universo estático. Entre os prêmios conquistados tem: 1º lugar como melhor instrumentista no “Prêmio Nabor Pires Camargo” (2006 - Indaiatuba/SP), 2º lugar como compositor no II Festival Nacional Curitiba no Choro (2010), recebendo também o prêmio de melhor instrumentista. Como solista convidado da Orquestra de Câmara de Curitiba executou a “Suíte Retratos” em 2009 e o “Concerto para Bandolim e Cordas” em 2017, ambos de Radamés Gnattali. 

Dirceu Leite e Trio Teimoso

Dirceu Leite é sem dúvida um dos mais importantes instrumentistas de sopro em atividade no Brasil. Multi-instrumentista domina com igual maestria desde o Flautim, Clarone, Clarinetes, passando por toda a família dos saxofones e vários tipos de flautas. Já gravou em torno 4.000 músicas, 1800 CDs e 40 DVDs. O Trio Teimoso, grupo de música instrumental brasileira calcado fortemente no choro, traz a mistura de diferentes culturas musicais. Com Leonardo Freitas no piano, Guilherme Carvalho na bateria e Alexandre Brant no contrabaixo, e inspirados no movimento antropofágico, o grupo dedica grande parte do seu trabalho a pesquisa do gênero e com isso busca se aproximar das características centrais do choro.

Dominique Dreyfus

É jornalista francesa e livre-docente em Letras e Literatura, formada na Universidade de Sorbonne. Sua intimidade com o Rei do Baião vem da infância, passada dos dois aos treze anos, na cidade pernambucana de Garanhuns. Dominique recebeu a notícia da morte de Gonzaga numa madrugada em Paris, pela voz entristecida de João Gilberto. Dominique é responsável por extensa pesquisa e autora da mais completa biografia de Luiz Gonzaga: " Vida do viajante: a saga de Luiz Gonzaga", sendo referência mundial.

Du Rompa Hammond Trio

Diante do universo jazzístico, do blues ao baião, do groove ao samba, com a clássica formação de Órgão Jazz Trio e a estética sonora do mitológico órgão Hammond, que os músicos Du Rompa, Eduardo Machado e Leandro Neves se apresentam pelos palcos afora. Formado em 2018 , o trio tem se apresentado em cidades do interior paulista. Utilizando da sonoridade do órgão Hammond, as composições de Du Rompa ganham no trio o balanço da rítmica afro brasileira e do soul jazz americano. Essa pluralidade é o propulsor do balanço e atmosfera dançante dos arranjos, ponto de ligação social entre público e músicos, onde o balanço do som se une com o balanço do corpo. 

Eloy Arósio

O instrumentista e compositor Eloy Arósio, que tem como suas maiores referências a música barroca europeia e a música tradicional própria de cada lugar, escreveu para este presente programa baiões contrapontísticos para violão solo, ainda apresentará alguns de seus arranjos das Cantigas de Santa Maria.

Fernando Gasparini

Fernando Gasparini é jornalista, escritor, pesquisador de música, produtor cultural, e idealizador do acervo do “Projeto Sivuca - Maestro da Sanfona Brasileira”. Em dez anos de experiência no mercado da cultura no Rio de Janeiro, realizou diversos eventos e projetos envolvendo alguns dos maiores nomes da música brasileira. Realizou, junto com Marcelo Caldi, uma pesquisa sobre os choros de Luiz Gonzaga, publicada no livro “Tem Sanfona no Choro”, pela qual recebeu o Prêmio Funarte Centenário de Luiz Gonzaga e Instituto Moreira Salles.

Marcelo Caldi

O acordeonista, pianista, compositor, arranjador e cantor Marcelo Caldi é um dos músicos mais brilhantes de sua geração, tendo criado um estilo próprio, que sintetiza as mais variadas influências, advindas do piano clássico, da sanfona nordestina, dos tangos de Piazzolla e dos choros jazzeados de Sivuca e Dominguinhos. Apresentou-se ao lado de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Chico César, Yamandu Costa, Hamilton de Holanda, Geraldo Azevedo, Fabiana Cozza e Daniel Gonzaga, entre muitos outros. Realizou, nos últimos anos, em vários festivais do Brasil e exterior, dezenas de workshops, oficinas e palestras sobre educação musical, sanfona brasileira e temas afins.

Michael Pipoquinha

Michael Pipoquinha é considerado um dos mais novos fenômenos da música instrumental brasileira. Com o lançamento do Primeiro disco intitulado “Cearencinho”, em 2014, mostrou sua face de compositor e viajou pelo Brasil, em shows do trabalho autoral. Participou de grandes Festivais de Música Instrumental, como o Festival Baixo Brasil Fortaleza, Festival de Jazz e Blues Guaramiranga e Festival Rio das Ostras, com grandes nomes da música brasileira. Formou o Trio Seu Domingos, com o acordeonista Mestrinho e o baterista Alex Buck, como homenagem a Dominguinhos.

MoMA Instrumental

 

O projeto Mostra Musical dos Alunos do Curso de Música da UFSCar (MoMA), criado pela Universidade em 2011, tem como propósito fomentar a cena musical de São Carlos e proporcionar aos alunos de graduação oportunidades de desenvolvimento. Nestes últimos seis anos o MoMA tem estimulado a participação democrática e ativa dos estudantes, contribuindo assim para melhoria de sua formação profissional. Uma das vitrines para apresentações MoMA é o ChorandoSemParar.

Murilo Barbosa e Thiago Carreri Duo

Dois grandes músicos de São Carlos, o pianista Murilo Barbosa e o violonista Thiago Carreri, tocam em dueto um repertório que viaja pelos quatro cantos do Brasil para homenagear o grande Luiz Gonzaga. O show “Caminhos do Brasil” foi criado especialmente para estrear durante o 16º ChorandoSemParar, cujo homenageado será o rei do Baião. No repertório, peças do próprio compositor, peças autorais. Com forte inspiração em compositores e ritmos brasileiros, os músicos têm como referência os grandes duos formados pelo pianista César Camargo Mariano e os guitarristas Helio Delmiro e Romero Lubambo. No jeito de tocar, trazem a marca da espontaneidade e da criatividade, no entrelaçar das cordas do piano e do violão.

Orquestra Experimental da UFSCar

Fundada em 1991 pela profª Ilza Joly, e hoje com cerca de 100 integrantes, a Orquestra Experimental da UFSCar é uma orquestra comunitária que se dedica ao estudo, pesquisa e desenvolvimento de um repertório musical e à prática instrumental em conjunto. O grupo reúne músicos das mais diferentes idades, de todos os segmentos da sociedade de São Carlos e cidades da região, e ainda de alunos, funcionários e professores da UFSCar. A Orquestra Experimental da UFSCar é reconhecida pela descontração e alegria de seus participantes, pelo repertório diversificado e por sua formação instrumental que mistura instrumentos convencionais de orquestra com instrumentos populares. A coordenação e condução do grupo está atualmente sob a batuta de Carol Joly e Lucas Joly.

Pedro Martins

O jovem brasiliense já desfruta de reconhecimento internacional por ter recebido o prêmio de melhor guitarrista na Socar Guitar Competition na 49° Edição do Montrez Jazz Festival. Único brasileiro a integrar a programação da competição do festival, sua vitória veio tanto pelo público como por unanimidade entre o júri. Tem como principal instrumento a guitarra, embora se aventure na flauta, baixo, bateria, teclado, além do canto. Aos 18 anos lançou seu primeiro álbum “Sonhando Alto”, em qual aproxima o jazz e o choro. Em 2019 lançou seu segundo disco autoral, “VOX”.

Renato Borghetti

Conhecido também como Borghettinho, é um dos instrumentistas mais conceituados do Brasil, sendo o detentor do Primeiro Disco de Ouro da Música Instrumental Brasileira. Desde seu primeiro disco recebeu a aceitação ímpar ao ter reconhecimento de grandes mestres, como Luiz Gonzaga, que o convidou a gravarem juntos. Considerado um dos artistas brasileiros de mais sólida carreira internacional, já dividiu palco dentro e fora do país com diversos mestres. Borghettinho é um dos músicos que aposta no elo do folclore com a modernidade e aproxima o Nordeste do Sul através da gaita, sanfona ou fole.

Rogério Caetano

Violonista, arranjador, produtor musical e compositor brasileiro, Rogério Caetano é referência do violão de 7 cordas. Com uma linguagem revolucionária, representa uma nova escola desse instrumento. De suas premiações, destaca-se o ano de 2015, quando foi premiado no IMA (Independent Music Awards) e, 2017 e 2018, no Prêmio Profissionais da Música. Fã e seguidor confesso da tradição gonzaguiana reconhece que quase todo músico brasileiro tem um pé no choro, inclusive o Rei do Baião. Em 2018, acompanhou, com o violão 7 cordas, Marcelo Caldi no premiado espetáculo “Tem Sanfona no Choro”.

Samuca do Acordeon

É um dos mais notórios acordeonistas da nova geração de músicos do Rio Grande do Sul, sendo atualmente um dos instrumentistas mais premiados em festivais de música no Sul do Brasil. Participou de festivais de Folclore na França e Suíça lançando o DVD Fala Agora. Em 2016 foi contemplado pelo FAC, seu projeto chamado Sobre Rodas de Choro e Chimarrão, que circulou por várias cidades do RS através do SESC, além de apresentações em Maldonado e Montevidéu.  Atuou como professor da Oficina de Choro do Santander Cultural em 2017 e 2018 junto ao Sexteto Gaúcho. Em 2019 foi vencedor do Troféu Açorianos de Música como melhor instrumentista no gênero MPB.

Sons Vítreos

Uma orquestra experimental formada por músicos amadores que tocam instrumentos convencionais e feitos de vidro para divulgar a ciência de forma artística e inclusiva. O grupo se formou em 2016, composto por membros da comunidade acadêmica de UFSCar e pessoas com deficiência visual da cidade de São Carlos.  É um projeto do Núcleo Ouroboros de Divulgação Científica da UFSCar, apoiado pelo Centro de Pesquisa, Educação e Inovação em Vidros da FAPESP e pelo Departamento de Química-UFSCar.

Toninho Ferragutti

Músico, compositor e arranjador, desde cedo escolheu o acordeon. Além de 9 CDs autorais e uma extensa participação em shows no Brasil e no exterior, Ferragutti tem duas indicações ao Latin Grammy: em 2014, com “Festa Na Roça”, em parceria com o violonista Neymar Dias, na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras; e em 2000, com o CD “Sanfonemas”, na categoria Melhor Álbum de Música Regional. Para Ferragutti, a importância de Luiz Gonzaga tem aumentado, com a sanfona cada vez mais recorrente na música instrumental brasileira, popular ou erudita.